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Brasileiros criam vírus para clonar cartões de crédito

Um vírus Brasileiro baseado no Prelex, o mesmo tem como alvo os sistemas das máquinas de cartão de crédito, que atualmente boa (Não temos a informação certa se são todas) parte das máquinas usam derivados do C.

Infelizmente para nós consumidores, esse vírus abrange ambos os modos de compra, Débito e crédito, a habilidade de clonagem de cartão, é a segunda habilidade desta praga virtual, que tornou-se conhecida por agir primeiramente em caixas eletrônicos e após a infecção fazê-los “cuspir” dinheiro involuntariamente.
A programação do mesmo, teve de ser totalmente (figurativamente falando) programada novamente, na sua atual versão o vírus foi tão bem desenvolvido, que ele funciona habilitando inclusive transações protegidas pelas funcionalidades de chip e senha. Isso da abrangência para o criminoso realizar compras em lojas, tanto online, tanto offline. Funciona simplesmente pelo fato devido a uma implementação incorreta de um padrão técnico, que prejudica a autenticação e a verificação de alguns dados.
Segundo o analista de segurança Thiago Marques, da Kaspersly Lab, é preciso todo cuidado com a nova ameaça. “Estamos lidando com um novo tipo de malware que oferece suporte para os criminosos em suas operações, tudo com uma interface gráfica de usuário e modelos bem elaborados para criar diferentes estruturas de cartões de crédito. Cremos que a ameaça do Prilex e seu modelo de negócios são importantes para serem compartilhados com a comunidade; já que esses ataques estão se tornando cada vez mais fáceis de realizar”.

De todos os titulares de cartões – débito, crédito e pré-pago – 30% sofreram fraude nos últimos cinco anos, o que representa uma parte significativa do mercado brasileiro. Números de 2016 mostram que o Brasil ocupa o segundo lugar no ingrato ranking de pessoas atacadas virtualmente. 49% já teve algum problema com transações (o México lidera com 56% dos residentes relatando ter sofrido dessa fraude nos últimos 5 anos).

Em relação às fraudes de cartões de débito, o ranking mostra novamente o México na frente, com 34%, seguido pelo Brasil (25%), Índia (23%) e França (22%), de acordo com o 2016 Global Consumer Card Fraud.

fonte: tribunapr

Como funciona o ataque

Basicamente, a máquina infectada com esse tipo de vírus, apenas copia as informações dos cartões inseridos na mesma, assim já que ela está conectada a internet para fazer uma transação, como por exemplo a venda de algum produto, ela apenas envia as informações do cartão "clonado" para um servidor externo, para a clonagem, então ai, já era, as informações foram enviadas e estão pronto para serem usadas. Agora para fazer as compras em loja física, os atacantes usam os conhecidos Smart's card's, que serviam para fazer esse tipo de compra.
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Um comentário:

  1. Thanks so much for the article post.Really looking forward to read more. Cool.

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